“O direito dos negros não é causa seletiva”, diz bailarina Ingrid Silva

Carioca de Benfica, Ingrid Silva é uma das principais bailarinas do Brasil no exterior. Há doze anos ela ensina e atua pela companhia de dançarinos negros Dance Theatre of Harlem, em Nova York. Agora, devido à pandemia, estava de molho em casa — até eclodirem as manifestações contra o racismo. “Participei de três marchas”, diz. “Estou extremamente orgulhosa de estar viva neste momento da história.” Ingrid diz que uma de suas missões é fazer todos a sua volta se sensibilizar com a questão. “O direito dos negros não é uma causa seletiva, é dever de todos.” A expectativa de novos números deve ficar para 2021. Quem sabe em um mundo menos preconceituoso.

Leia nesta edição: como a crise fragiliza as instituições, os exemplos dos países que começam a sair do isolamento e a batalha judicial da família WeintraubVEJA/VEJA

Publicado em VEJA de 10 de junho de 2020, edição nº 2690