Netflix: três séries com as competições mais inusitadas

Certamente, você deve ter visto alguma série de competição na Netflix. Há muitos programas do gênero voltados para a gastronomia, por exemplo. Mas eu prefiro outros tipos de competição, digamos as mais exóticas. Abaixo, você confere três delas. São disputas que envolvem floristas, artistas que trabalham com modelagem de vidro e até quem transformou seu imóvel no melhor “hotel” para aluguel de temporada.

Batalha das Flores > Dez duplas concorrem a um prêmio muito especial: fazer uma escultura floral no Jardim Botânico Real de Kew. Na série inglesa, eles têm, em geral, catorze horas para confeccionar inusitados arranjos com flores e plantas. Nos dez episódios, há deslumbrantes criações, com cerca de 2,5 metros de altura, de insetos, vestidos de alta-costura, tronos, criaturas marinhas e seres fantásticos. No derradeiro capítulo, os três pares finalistas devem construir, em dois dias, obras inspiradas nos contos de fada João e Maria, Rapunzel e João e o Pé de Feijão. Muitos deles trabalham no ramo, mas outros atuam em diversas áreas, como fotografia, moda e serralheria. A decisão de escolher o melhor trabalho é do florista americano Kristen Griffith-VanderYacht.

Instant Hotel > O Airbnb popularizou o aluguel de imóveis para temporada e o programa australiano surfou na onda. Na primeira temporada, de 2017, cinco duplas (que podem ser casais, amigos ou parentes) disputam quem tem o melhor instant hotel. Os próprios candidatos são os hóspedes e dão notas para o espaço, a localização e as atrações no entorno, o custo-benefício e o conforto na hora de dormir. O prêmio é uma hospedagem na casa de uma estrela hollywoodiana em Los Angeles. Na segunda (e melhor) temporada, de 2019, são apenas quatro pares e 100 000 dólares para o par vencedor. Além de conhecer as preferências e os gostos dos anfitriões, a série dá toques importantes de recepção aos convidados e de decoração e percorre praias, desertos e centros urbanos da Austrália.

Vidrados > Num galpão nos Estados Unidos, dez artistas de várias partes do país que trabalham com modelagem de vidro participam de uma competição literalmente quente e delicada. Para receberem o prêmio de 60  000 dólares e uma residência no Corning Museum of Glass, no Estado de Nova York, eles devem fazer esculturas extremamente criativas para passar pelo crivo dos jurados. O tempo, em geral, é de quatro horas para desenhar, confeccionar e apresentar obras inspiradas em comidas, luminárias, robôs, pop art e o corpo humano. A final é a cereja do bolo: os dois finalistas devem montar uma exposição com vários objetos — e a disputa é bem acirrada.

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